Marina Costa: a onda nova do surfe brasileiro
Aos 22 anos, a paulista de Ubatuba está no radar de três marcas globais. Conheça a rotina, a estratégia e o próximo passo.

Faltam vinte minutos para as 4 da manhã quando o alarme dispara. Marina Costa, 22, se levanta sem reclamar. Em quinze minutos ela já está com a prancha debaixo do braço, descendo a rua que leva à praia do Cedro, em Ubatuba. É assim seis dias por semana, há quase uma década.
Rotina de atleta profissional
O treino na água dura entre duas e três horas. Depois vem musculação, nutrição controlada, faculdade à tarde (Educação Física, sétimo período) e revisão de vídeos à noite com o técnico. \"Não sobra muito tempo pra rede social\", ela ri.
Números que impressionam
- Top 5 no ranking WSL Sub-23 Américas
- 2 títulos regionais em 2025
- Convocada para a seleção brasileira em três oportunidades
O momento da virada
A entrada na Fadder aconteceu em março. Em três meses, Marina passou de \"atleta sem patrocínio fixo\" para protagonista de três propostas simultâneas — duas de marcas de esportes aquáticos e uma de bebida isotônica.
A Fadder mudou o jogo. Antes eu perdia tempo mandando e-mail que ninguém respondia. Agora é a marca que vem falar comigo.
Próximo passo
O objetivo é claro: circuito mundial adulto em 2027. Para isso, Marina precisa competir na Europa, no Havaí e na Austrália. Cada temporada custa cerca de R$ 380 mil. Com os patrocínios em negociação, ela está a um passo.
Fique de olho. Essa história ainda vai render muitas manchetes.

