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O FIM DAS BETS PODE MARCAR O INÍCIO DE UMA NOVA ERA DO PATROCÍNIO ESPORTIVO
Com novos espaços no mercado esportivo, atletas e marcas ganham a oportunidade de construir conexões mais autênticas — e plataformas como a FADDER podem ajudar a aproximar esses dois mundos.
28 de setembro de 2026 Por Diretoria Fadder 6 min de leitura

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Título de busca: Patrocínio esportivo: novas oportunidades para marcas
Categoria: Marketing Esportivo
Tags: patrocínio esportivo, atletas, marcas, marketing esportivo, apostas esportivas
Descubra como o patrocínio esportivo conecta marcas a atletas e abre novas possibilidades de campanhas, conteúdo e relacionamento.
O COMEÇO DAS OPORTUNIDADES.
Uma nova era para o patrocínio esportivo brasileiro.
DEPOIS DAS BETS: QUEM OCUPARÁ O ESPAÇO NO PATROCÍNIO ESPORTIVO BRASILEIRO?
O fim das apostas esportivas abre um novo capítulo para o esporte — e pode acelerar a busca por modelos mais diversificados de patrocínio e conexão entre marcas e atletas.
Por alguns anos, as casas de apostas ocuparam um espaço cada vez maior no esporte brasileiro. Camisas, placas, transmissões, competições, arenas e campanhas publicitárias passaram a conviver intensamente com marcas do setor.
O movimento chegou a um nível de concentração poucas vezes visto no mercado. Em 2025, 18 dos 20 clubes da Série A tinham empresas de apostas como patrocinadoras máster, segundo levantamento divulgado pela CNN Brasil.
Agora, esse cenário começa a mudar.
Em 25 de setembro de 2026, o governo federal publicou uma Medida Provisória proibindo a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas de quota fixa no Brasil.
A decisão não representa apenas o encerramento de um mercado. Ela também provoca uma pergunta importante para o esporte:
Quem ocupará os espaços comerciais que estão sendo deixados para trás?
UM MERCADO QUE SE CONCENTROU NAS BETS
O crescimento das casas de apostas transformou a estrutura comercial do esporte.
Em 2025, os patrocínios das bets aos clubes da Série A chegaram a aproximadamente R$ 1,03 bilhão, segundo levantamento da consultoria Convocados citado pela Folha. O valor representou 7,2% das receitas totais dos clubes naquele ano.
Quando o recorte é o marketing e a publicidade, a concentração se torna ainda mais evidente.
Dados da Sports Value citados pela CNN apontaram que as casas de apostas responderam por aproximadamente 34% das receitas de marketing das principais equipes brasileiras em 2025.
O resultado foi uma forte presença de um único segmento em espaços tradicionalmente disputados por empresas de diferentes setores.
Isso não significa que outras marcas tenham sido formalmente impedidas de patrocinar o esporte. Mas significa que, na prática, as bets passaram a ocupar uma parcela muito relevante da atenção e do orçamento disponível para grandes propriedades esportivas.
O mercado ficou mais concentrado.
E concentração também significa menos diversidade de investidores, de histórias e de modelos de relacionamento entre marcas e esporte.
O PROBLEMA VAI ALÉM DO PATROCÍNIO
A discussão sobre as bets, porém, não se limita ao dinheiro investido no esporte.
O crescimento das apostas online também trouxe preocupações relacionadas ao endividamento e à saúde pública.
O Ministério da Saúde reconhece que o uso problemático das apostas pode provocar prejuízos financeiros, problemas familiares, impactos na saúde mental e comprometimento da qualidade de vida. Dados apresentados em nota técnica da pasta apontam que, entre pessoas que já apostaram, uma parcela apresentou comportamento de jogo de risco ou problemático e outra parcela preencheu critérios para transtorno do jogo.
O Tribunal de Contas da União também classificou o transtorno do jogo como um desafio de saúde pública e apontou estimativas de movimentação das apostas entre R$ 90 bilhões e R$ 130 bilhões em 2024.
Em 2026, o próprio governo ampliou ações de prevenção e atendimento em saúde mental relacionadas às apostas, incluindo teleatendimento pelo SUS.
O debate, portanto, deixou de ser exclusivamente esportivo.
Passou a envolver também famílias, consumidores, saúde pública, educação financeira e a própria relação da sociedade com o entretenimento esportivo.
E AGORA, O QUE VEM DEPOIS?
O fim das bets cria um vazio comercial.
Clubes precisarão buscar novos patrocinadores. Competições terão de encontrar novas empresas para propriedades comerciais. Atletas precisarão ampliar suas possibilidades de geração de receita.
E as marcas terão diante delas uma oportunidade diferente:
investir no esporte sem necessariamente depender das grandes propriedades tradicionais.
Existe um enorme universo de atletas fora dos holofotes dos grandes clubes.
São atletas olímpicos, lutadores, corredores, jogadores de modalidades coletivas, esportistas de base, atletas regionais, criadores de conteúdo esportivo e profissionais que constroem comunidades próprias.
Muitos possuem histórias, audiência, influência e identificação com determinados públicos.
O problema é que, frequentemente, esses atletas estão distantes das marcas.
É justamente nesse espaço que surge uma nova possibilidade.
FADDER: CONECTAR PARA CRIAR OPORTUNIDADES
A FADDER nasce com uma proposta simples:
aproximar quem tem uma oportunidade de quem procura uma oportunidade.
De um lado, atletas que precisam de visibilidade, apoio, relacionamento comercial e novas possibilidades de monetização.
Do outro, marcas que procuram pessoas capazes de representar seus produtos, serviços, valores e campanhas.
Entre esses dois lados, a FADDER atua como uma plataforma de conexão.
A proposta não é prometer patrocínio a todo atleta ou garantir contratos às marcas.
É criar um ambiente onde essas conexões possam acontecer de maneira mais estruturada.
PARA O ATLETA
Um atleta não precisa necessariamente ter milhões de seguidores para ser relevante para uma marca.
Pode ter uma comunidade regional.
Pode representar uma modalidade específica.
Pode possuir uma história que dialogue com determinado público.
Pode produzir conteúdo.
Pode ter influência dentro de um nicho.
Pode representar valores importantes para uma empresa.
A oportunidade está justamente em transformar essas características em possibilidades comerciais.
Na FADDER, o atleta deixa de ser apenas alguém procurando patrocínio e passa a fazer parte de um ecossistema onde sua trajetória pode ser apresentada comercialmente.
PARA AS MARCAS
Para uma empresa, encontrar o atleta certo pode ser tão importante quanto encontrar o espaço certo para anunciar.
Uma marca de equipamentos esportivos pode procurar atletas de uma determinada modalidade.
Uma empresa regional pode buscar um atleta com forte presença em sua cidade.
Uma marca de alimentação pode procurar um perfil ligado à performance e ao bem-estar.
Uma empresa de tecnologia pode encontrar um atleta conectado com inovação e conteúdo digital.
Não existe apenas um tipo de atleta.
E também não existe apenas um tipo de marca.
A FADDER parte justamente dessa diversidade.
Em vez de procurar apenas os nomes mais conhecidos, as marcas podem encontrar novos talentos, novas histórias e novas comunidades.
UMA NOVA ECONOMIA DO PATROCÍNIO
O futuro do patrocínio esportivo pode não estar apenas nos grandes contratos.
Pode estar na pulverização inteligente das oportunidades.
Pode estar em centenas de marcas apoiando diferentes atletas, modalidades e comunidades.
Pode estar em campanhas de influência, produção de conteúdo, ativações, eventos, produtos, experiências e relacionamento direto com públicos específicos.
O esporte brasileiro possui uma quantidade enorme de histórias que ainda não foram transformadas em oportunidades comerciais.
O desafio é criar as conexões.
E é justamente aí que a tecnologia pode mudar o jogo.
O FIM DE UM CICLO PODE SER O COMEÇO DE OUTRO
As Bets deixaram uma marca profunda no esporte brasileiro.
Trouxeram recursos, mas também concentraram uma parcela significativa do investimento comercial do setor e estiveram no centro de um debate crescente sobre os impactos sociais e financeiros das apostas.
Com o fim desse ciclo, o esporte terá de buscar novos caminhos.
Isso pode significar dificuldades no curto prazo para clubes e propriedades que dependiam desses contratos.
Mas também pode abrir espaço para uma transformação mais ampla:
mais marcas.
Mais modalidades.
Mais atletas.
Mais histórias.
Mais possibilidades.
A FADDER quer participar dessa transformação.
Não como substituta das Bets.
Mas como parte de uma nova lógica:
marcas encontrando atletas.
Atletas encontrando oportunidades.
E o esporte criando novas conexões.
Porque o fim de um modelo de patrocínio não precisa significar o fim das oportunidades.
Pode significar o começo de uma nova forma de criá-las.
FADDER — Atletas, marcas e oportunidades.
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